Em entrevista, candidato defendeu que o Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) seja melhor gerido para fomentar eventos artísticos; à tarde, fez carreata por Taguatinga e falou de propostas para a região
Em entrevistas à BandNews FM nesta sexta-feira (28/8), José Roberto Arruda comentou sobre suas propostas para o setor cultural. Para ele, o Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), criado em seu governo, deve ser melhor gerido para que volte a ser garantia para artistas e agentes culturais de que seus projetos sairão do papel. Na quinta-feira (27/8), o Governo do Distrito Federal suspendeu o edital do FAC por falta de verba.
“A classe artística de Brasília está renegada. [...]", declarou. “Em oito anos não conseguiram entregar a sala Villa-Lobos. Cine Itapoã, no Gama, está abandonado. O Centro de Cultura Renato Russo, abandonado. Como Brasília é uma miscigenação de pessoas de todas as regiões brasileiras, aqui é um caldo de cultura muito interessante. Brasília é cultura e os artistas locais estão sendo menosprezados. Eu vou retomar um projeto cultural decente, como deve ter a capital do país”, acrescentou.
Logo em seguida, Arruda participou de uma segunda entrevista, na Rádio Bandeirantes. Durante a conversa, falou sobre sua motivação para ser novamente governador do DF. “Eu estou voltando porque sinto nas pessoas o desejo de que elas tenham um governo de verdade. Um governo que não seja só de vídeo na internet, de dancinha, um governo que não fique ‘ah estou fazendo', gerúndio. O governo do faz de conta. Quero um governo de verdade, que resolva a vida das pessoas", ressaltou.
Também nesta sexta-feira, o candidato a governador fez uma carreata pela Avenida Hélio Prates, que passa por Taguatinga e Ceilândia, e apontou projetos para as regiões: “Taguatinga, primeiro, precisa de uma revitalização da Avenida Comercial e do centro da cidade. Está tudo muito desleixado. O comércio com portas fechadas, precisa mudar o sentido do trânsito. Eu quero também fazer o VLT aqui pela Hélio Prates, pela Comercial até o centro de Taguatinga. O transporte sobre trilhos é o único que organiza a vida da cidade”.
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